Os bons terão sempre lugar no jornalismo

Antigo director da Televisão de Cabo Verde, Daniel Medina é Professor Doutor da Universidade Lusófona de Cabo Verde (ULCV), no curso de Ciências da Comunicação. Jornalista, cronista de rádio e jornal, comentador da televisão, Medina é um comunicador nato. Nha Terra Online foi conhecer o autor de Pela Geografia do Prazer que se prepara para lançar novo livro no mercado e saber a sua opinião sobre o jornalismo caboverdiano, a sua vida de docente, entre outras questões.

Banalização da Profissão de Jornalismo em Cabo Verde

Em vários artigos nossos publicados em Cabo Verde temos vindo a alertar o Governo e aos cidadãos, pela degradação galopante do nosso “jornalismo”. Colocamos aqui a palavra jornalismo entre aspas, porque em nosso entender não existe o jornalismo cabo-verdiano.

Diversidade de Cursos na Comunicação

Uma das causas apontadas para menos vestibulandos interessados em Jornalismo é o número de opções relacionadas à comunicação. Muitos com vocação para cinema e fotografia, por exemplo, acabavam no curso por falta de opção. Existem alguns cursos de graduação e de tecnologia que podem estar por trás do fenômeno.

Como fazer um Resumo

O resumo é uma forma de reunir e apresentar por escrito, de maneira concisa, coerente e frequentemente selectiva, as informações básicas de um texto pré-existente. É a condensação de um texto, pondo-se em destaque os elementos de maior interesse e importância.

Bibliotecas Virtuais

grande referência na área de bibliotecas virtuais, com os sites mais importantes para informação e comunicação sobre ciência e tecnologia

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terça-feira, fevereiro 08, 2011

Evento Sócio-Cultural na ULCV

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sábado, fevereiro 05, 2011

Mindelo vai ter monumento a Baltasar Lopes

09 Janeiro 2007
A Universidade Lusófona desafiou os artistas do Interart a apresentarem uma proposta de monumento, que deverá localizar nas proximidades da UL, Pólo do Mindelo, sito no ex-Chã de Cricket. Ró e Nild abraçaram esta ideia e os trabalhos de construção do monumento em homenagem a Baltasar Lopes da Silva.

Quatro meses depois de estar a trabalhar num projecto encomendado pela Universidade Lusófona, Pólo do Mindelo, os trabalhos de construção do monumento tiveram o seu início esta segunda-feira, 08, com a escavação das fundações. “Fizemos um croqui de um montuário de livros, que foi enviado para Portugal e aprovado pela UL. Neste momento, estamos a trabalhar nas fundações”, revela Ró.

O monumento é constituído por um montuário de livros desarrumados, com um livro aberto no topo com um poema ou uma prosa de Baltasar Lopes, sendo que este fica ao critério da UL. Os livros estão expostos sob uma parede basáltica rústica com dois metros de altura por 1,20 metros de envergadura. Este terá ainda um tinteiro e pena trabalhados em bronze. “Por sugestão de um engenheiro da UL, o tinteiro e a pena serão confeccionados em bronze. São peças frágeis e poderiam partir se feitos de cimento”.

Os trabalhos de edificação do monumento, que se localiza na praça defronte ao edifício da UL, antigo Hotel 5 de Julho, se prolongam por 40 dias, não obstante a inauguração da Universidade estar previsto para o Dia do Município de São Vicente.

Mindelo vai ter assim um monumento alusivo àquele que é tido como a mais importante figura do movimento Claridade, que completou no ano passado 70 anos. Sendo, entretanto, 2007 um ano em que vários dos claridosos completam 100 anos o Ministério da Cultura tem para Abril um simpósio internacional alusivo a este que é tido como a mais importante iniciativa literária de Cabo Verde de todos os tempos.


Constânça de Pina

domingo, janeiro 30, 2011

Tarde Tradicional na ULCV [Momentos]

Veja as fotos

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Tarde Tradicional na ULCV



A Associação de Estudantes da Universidade Lusófona de Cabo Verde (AE-ULCV) pretende realizar uma Tarde Tradicional no interior da ULCV na data de 29 de Janeiro de 2011.








Temos como objectivo a promoção de actividades e intercâmbios culturais, desportivas e lúdicas entre os discentes da Universidade Lusófona. Por ser uma actividade livre, ela estará aberta a todos os alunos da ULCV que queiram participar.

TV Clabedotche, uma TV Universitária a partir do conceito de TV de Rua


TV Clabedotche, uma TV Universitária a partir do conceito de TV de Rua
aos sábados, às 18h:30, pátio da Universidade Lusófona, duração 1 hora.

FORMATO
Ø  Entrevistas: Convidados, Alunos e Professores;
Ø  Animação: DJ, Demonstrações
Ø  Reportagens: a Universidade, a cidade e as pessoas.

DURAÇÃO: 60 Minutos, com intervalo comercial de 2 Minutos.

TEMÁTICAS: Os assuntos estão ligados aos cursos oferecidos pela Universidade Lusófona e a sua envolvência cultural, social, profissional e científico.

PÚBLICO: Comunidade universitária, pessoas com interesse na área da Comunicação e do ensino superior.

CENÁRIO: Construído a partir de materiais de desperdício e procura transmitir uma proposta actualizada do clabedotche integrando conceitos ambientais e de vivência urbana.

EQUIPA:
Coordenador, Realizador, Produtor, Repórteres , Apresentador, Editor, Operador de Câmera, Operador de Luz, Equipe Making-Off, Mixagem.

LOGÍSTICA
(02) Câmeras
Tripé
Projector Imagem
Projector de Luz
Mesa de som, Colunas e Amplificador
Microfone
Cenário e Palco

DATAS
Ø  29/01: Curso de Comunicação;
Ø  05/02: Cursos de Direito, Gestão e Contabilidade;
Ø  12/02: Cursos de Turismo e Serviço Social.

CUSTOS
Som: Aluguer de equipamento
Cenário: Sacos larau, Bidons, Tintas, Paletes, Garrafas plástico
Comunicação e produção
Transporte de Materiais
Imprevistos

quinta-feira, novembro 18, 2010

Oração de Sapiência - José Vicente Lopes


Respondendo a um inesperado e por isso surpreendente convite da minha amiga Iva Cabral, a que não pude recusar dado o afecto e a estima que tenho por ela, eis-me perante vós – caros professores, alunos e convidados desta universidade - para a minha primeira aula ou lição de sapiência.

Esta é – acreditem – uma situação que jamais me passou pela cabeça, afastado que me encontro do mundo académico ou universitário, entrincheirado que estou no meu mundo profissional, o jornalismo.

Porém, desafio feito, desafio aceite – , eis-me, pois, senhoras e senhores, convidados, alunos e professores desta universidade, cujo pólo tem como patrono a figura ilustre de Baltasar Lopes da Silva, para discorrer sobre dois ou três temas na expectativa de que as minhas palavras possam interessar, pelo menos, a uns quantos, sem darem por perdido o seu precioso tempo.

Antes de mais, o que tenho a dizer não passa à margem da figura do vosso patrono, Baltasar Lopes da Silva, nem de vários outros homens como ele, cabo-verdianos, que acreditaram nestas ilhas, contribuindo com o seu engenho e arte, em todos os sentidos, para o engrandecimento deste nosso arquipélago e país. Um engrandecimento – diga-se – que prossegue ainda hoje, como não poderia deixar de ser, não fossemos nós herdeiros desses homens e mulheres que ajudaram a moldar os valores civilizacionais em que se encontra assente esta nossa sociedade.

Como outros países, mas este em particular, Cabo Verde é fruto da persistência ou, se se quiser, da teimosia das suas gentes. Colocados num contexto tão duro e agreste, eis-nos aqui no ano em que se assinala os 550 anos do achamento/descoberta destas ilhas e 35 anos da nossa independência nacional.

Somos, como disse Ovídio Martins, o povo que aprendeu “com o vento a bailar na desgraça”. Antes, aí por volta de 1950, já Jorge Barbosa havia dito (ou reclamado) que ser cabo-verdiano custa. As razões dele não terão sido certamente as nossas, embora comum seja o nosso destino de ilhéus, de gente marcada pela insularidade e com tremenda fome de mundo. Somos gente que não poucas vezes precisa de andar pelo mundo para aprender a valorizar e amar o seu país natal.

Inventivo, como são os povos que tem um quotidiano tão difícil como o nosso, são várias as formas que buscamos para matar a nossa fome de mundo, sendo uma delas, talvez a mais importante de todas, a educação. Porque é pela educação e pela formação que se nos abrem muitas portas, a começar pelo conhecimento, sem o qual nenhum progresso é possível.

Felizmente, a educação em Cabo Verde, em particular nesta ilha de S.Vicente, é de há muito o principal meio de se lutar contra a pobreza e, mais do que isso, ampliar os horizontes para além das fronteiras destas nossas ilhas. Foi pela educação que os nossos pais intuíram que nós, seus filhos, poderíamos ter uma vida melhor que a deles, indo mais longe, em todos os sentidos. Em casa, por exemplo, cedo aprendi que “estudo é riqueza de pobre” e em nome desse princípio sacrossanto todos os sacrifícios foram consentidos para a minha formação e dos meus irmãos.

Herdeiros dessa tradição, é também pela educação que procuramos hoje garantir o futuro dos nossos descendentes.

Por esta mesma razão vocês, alunos, estão aqui.

Por esta mesma razão é comovedor ver como as nossas cidades se enchem de manhã, à tarde e até à noite, de crianças, adolescentes e adultos a caminho ou de volta do local de saber que são as nossas escolas, liceus e universidades. Ao ponto de, às vezes, me perguntar o que seria do mundo, e de Cabo Verde em particular, se não fossem as escolas.


Recebendo uma medalha de Manuel Damasio

Mede-se e estuda-se tudo hoje em dia, estranhamente, para um país que tem na educação um dos seus pilares – a par da saúde e da cultura – talvez não seja de todo uma asneira um estudo sobre o peso que o sector educativo tem para a formação do nosso PIB. Afinal, são milhares de pessoas que gravitam economicamente em torno deste sector – basta ver o número de professores e alunos que é preciso formar, transportar, alimentar, vestir, livros e materiais didácticos que é preciso produzir e vender, etc., etc., para ver que afinal não é de toda despicienda essa minha ideia acerca do peso que a educação tem na formação da nossa economia.

A aposta na educação é, felizmente, o principal trunfo de Cabo Verde, especialmente, quando comparado com outros povos do nosso continente, com muitos mais recursos que nós e hoje em patamar de desenvolvimento inferior ao nosso.

Esse trunfo – a educação ou o investimento nos recursos humanos – faz parte daquilo que costumo denominar “factor Cabo Verde” que, mais do que uma realidade física, é acima de tudo uma realidade humana e civilizacional. Felizmente, os sucessivos governos que Cabo Verde já teve nestes 35 anos de independência perceberam e se deram conta disso, daí os investimentos que foram sendo feitos no sector ao longo de todos estes anos.

Por outras palavras, se Cabo Verde é tido como um study case, um exemplo do país que deu certo, deve-o em grande parte à aposta acertada na valorização dos nossos recursos humanos. Por outras palavras, se Cabo Verde é o que é deve-o em grande parte também à qualidade dos políticos que teve porque, diga-se também, eles foram também, como nós, frutos desta sociedade que há muito aprendeu que estava na educação e na formação a chave para uma vida melhor para novas gerações então a caminho. E aqui que se me permita apontar o exemplo da avó da nossa Iva Cabral, mãe de Amílcar, nha Iva, mulher simples que fazendo das tripas coração tudo fez, nesta ilha de S.Vicente, para educar o filho Amílcar, esse modelo de homem e politico para a maioria de nós todos.

*
Meus caros
Esta nossa ilha, S.Vicente, mais do que nenhuma outra ilha de Cabo Verde, vive o que para muitos parece ser um tempo de desesperança. Com o desemprego em torno dos 20 por cento – e onde há desemprego há pobreza – sendo a maioria dos desempregados jovens, que dizer nesta hora difícil a esta plateia predominantemente jovem sem cair na heresia do optimismo fácil ou barato?

Acreditem: apesar de todas as dificuldades, cada um de vocês está a viver um momento particular da vossa vida, um momento de transição, entre – digamos – , a idade da busca e a idade da razão.

Quem já passou por uma universidade sabe de que falo. E quem, como vós, dá agora os seus primeiros passos começa a pressentir que a universidade é, não poucas vezes, apenas um lugar de busca do conhecimento, mas a antecâmara para um desafio maior que é a sobrevivência e a busca do sucesso no mercado de trabalho.

É preciso que tenhamos em conta, entretanto, que a universidade não nos dá tudo; dá-nos, no máximo, as ferramentas para aquilo que almejamos ser. Somos nós próprios que, movidos pela inquietude, temos de ir à busca das respostas para muitas das nossas dúvidas e angústias. É, pois, este o mundo que ireis enfrentar, primeiro dentro do espaço universitário, onde, em situação de crise tereis o professor para vos coordenar, e depois, na vida real, onde o vosso principal tempo será o conhecimento adquirido.

Por isso, é preciso que abracemos a oportunidade de seguir um curso universitário não como um meio de, meramente adquirir um diploma, não importando a forma como cheguemos a ele.

Para que façamos realmente a diferença, num mercado que começa a mostrar-se saturado em termos de ofertas de licenciados, é preciso que a universidade seja, realmente, um espaço de aprendizagem e descoberta, de modo a que o resultado disso possa ser utilizado para melhorar a nossa realidade social e não só.

*

Normalmente, temos a tendência de achar que os jovens não se interessam por uma série de assuntos, que são apáticos... Acusamo-los de desconhecer a história do seu país, de não se interessarem pelos assuntos da sua comunidade, enfim, de não comungarem ou não terem o mesmo entusiasmo das causas que moveram os seus pais.

Nos esquecemos, amiúde, que fomos os jovens de ontem e que os jovens de hoje serão os velhos de amanhã, e nesta ordem de ideias é bem provável os velhos amanhã venham a ter muito que lamentar e reclamar contra os jovens de amanhã.

Nesta espécie de eterno retorno, a roda do tempo a que todos estamos sujeitos, atribuímos ao mesmo tempo aos jovens a capacidade de serem agentes da mudança, talvez porque menos agarrados ao passado e não poucas vezes ao presente, isso leva-os a desafiar o futuro com muito mais facilidade e naturalidade.

*
E voltando à situação em que vive São Vicente, é preciso que o vosso saber se traduza, num futuro próximo, em respostas para a solução sustentada dos problemas de uma ilha que já viveu tempos de glória, tanto em matéria de economia, quanto cultural e social, e que hoje parece um tanto desnorteada, frustrada, desanimada… Assim, antes de culparem os outros pelos vossos insucessos, procurem, nas vossas respectivas áreas de aprendizagem, projectos realizáveis quando saírem da universidade, para que sejam patrões de vocês mesmos, e não dependam do emprego público, cada vez mais raro entre nós.

Numa realidade de crise em que o mundo e nós, em particular, precisamos reinventar o desenvolvimento sustentado, todos nós ¬- inclusive vocês jovens - , somos desafiados a dar o melhor de nós próprios, sempre na busca da tal diferença que faz a diferença, permitam-me o pleonasmo. Pois, é nessa diferença que reside – quem sabe – o trunfo de cada um na hora de disputar o seu lugar ao sol.

*
E, finalmente, para terminar, como disse no princípio, esta é a minha primeira lição ou aula de sapiência. A haver mais, espero bem que a próxima seja bem mais sapiente do que esta. A todos desejo um bom ano lectivo, cheio de novos conhecimentos e conquistas.





























Universidade Lusófona, Mindelo, 16-11-10








Momentos

Dia da Universidade Lusofona de Cabo Verde

A 16 de Novembro de 2010 foi comemorado o dia da ULCV no Auditório Professor Manuel Damásio. Estiveram presente várias individualidades do mundo académico e não só, bem como de diversos alunos e professores.

 
Montenegro Fiuza / Administrador da ULCV
 Montenegro Fiúza – Administrador da ULCV
“A Universidade Lusófona de Cabo Verde não é lugar para ambições menores. Para este ano lectivo apostamos no crescimento do número de alunos e na qualidade do corpo docente. Estamos a dar passos na busca da excelência. Os estudantes que acreditaram são a razão fundamental para continuarmos esse caminho.”


Manuel Almeida Damasio - PCA do Grupo Lusofona
Manuel de Almeida Damásio – PCA do Grupo Lusófona
“Salientamos os esforços na produção do conhecimento para que o país seja mais moderno e democrático.”

                                          




Iva Cabral - Reitora da ULCV

Iva Cabral – Reitora da ULCV
“Abrimos as portas do saber e do espírito crítico de muitos caboverdeanos criando as bases de um país independente. O nome de Baltasar Lopes da Silva é um nome difícil e honroso de carregar. Devemos conseguir criar o espírito universitário, organizando palestras, seminários e a investigação. Uma boa Universidade deve inculcar nos alunos o espírito crítico. Isso pode ser construído nesta Universidade porque matéria-prima nós temos: alunos, professores e o grupo Lusófona.”


Jose Vicente Lopes - Sapientissimo Orador

José Vicente Lopes – Sapientíssimo Orador
“É pelo estudo que procuraremos saciar a nossa fome do Mundo. A aposta na educação é o trunfo de Cabo Verde. Este factor Cabo Verde mais do que uma realidade física é uma realidade civilizacional. A Universidade não nos dá tudo, só as ferramentas para enfrentar o mundo de trabalho. Para que faça a diferença num mercado saturado é preciso marcar a diferença, com capacidade de ser agente de mudança. É preciso que o vosso saber se torne no motor duma ilha que já foi mais desenvolvida.”
Aristides Lima - Presidente da Assembleia Nacional de CV
Aristides Lima – Presidente da Assembleia Nacional de Cabo Verde
“Quero felicitar a Lusófona pela aventura em Cabo Verde para formação dos alunos. Também prestar homenagem à vontade do saber do povo de Cabo Verde que se corporizou na figura de Baltasar Lopes da Silva e Amílcar Cabral. Desejo que a Lusófona continua a afirmar-se como uma luz de sabedoria em Cabo Verde e também para os povos da comunidade de língua portuguesa.”



daivarela

quinta-feira, maio 27, 2010

Alunos do 2.º ano de Ciências da Comunicação no CAVSAR/EXEMER ASP 05.10


O CAVSAR/EXEMER ASP 05.10 foi o nome dado ao exercício de emergência levado a cabo no Aeroporto de São Pedro no passado dia 22 de Maio, numa acção conjunta da ASA-Aeroportos e Segurança Aérea e a Guarda Costeira.

O exercício foi feito com o intuito de testar a capacidade de resposta a uma situação de crise por parte dos diversos actores responsáveis pela segurança em São Vicente. Tal que no exercício tomaram parte várias entidades, entre as quais os diversos operacionais e técnicos do Aeroporto de São Pedro, as operadoras TACV e Halcyonair, Forças Armadas, Polícia Nacional, Polícia Judiciária, Bombeiros Municipais, Serviço de Protecção Civil, Hospital Baptista de Sousa, Cruz Vermelha e Delegacia de Saúde de São Vicente. O Exercício contou ainda com o apoio da Força Aérea Espanhola, a comunidade da aldeia de São Pedro, bem como cerca de 200 figurantes, dentre eles o Grupo de Teatro Craq'otchód, o Grupo de Teatro dos alunos do Liceu José Augusto Pinto e os discentes do 2.º ano de Ciências da Comunicação da Universidade Lusófona de Cabo Verde.

A actuação dos nossos colegas como jornalistas foi tão convincente que mereceu o reconhecimento do Aeroporto de São Pedro e do Chefe do Gabinete de Comunicação e Relações Públicas da ASA.

Para nós foi uma experiência agradável e que pôs à prova a nossa capacidade de reacção numa situação real.

Ficam, para a posteridade, algumas imagens.




Jornalistas em acção




A vez da televisão




A equipa




Enquanto uns posam para a foto, o Hernani Delgado trabalhava,
pois havia uma conferência de empresa com jornalistas a sério.
De pé (da esquerda para a direita): Roger, Ary, Neu, Sibélle, Tenisha.
De cócoras: Sams

Sobre o 1.º Concurso de Leitura ULCV


Arilízia Rodrigues - Vencedora do 1.º Concurso de Leitura ULCV


Mais uma vez, contra todas as dificuldades, os alunos de Ciências da Comunicação da ULCV levaram a cabo mais uma actividade. Desta vez, as atenções foram ao encontro de um Concurso de Leitura dirigido a oito turmas de mais de vinte alunos. Não será nenhuma novidade de falarmos de 10 concorrentes. Pois, este é o número de concorrentes num universo de, pelo menos, 160 alunos. Pior, três dos concorrentes desistiram de concorrer.

No final, os concorrentes saíram com a sensação de que terá valido a pena, tanto que os elementos do júri aproveitaram a ocasião para partilhar sua experiência e deixar opiniões importantíssimas para os futuros comunicólogos.

De salientar o trabalho dos discentes do 3.º ano do Curso de Ciências da Comunicação e do professor Bob Lima, que não arredaram pé do auditório da ULCV para que a reportagem em vídeo fosse uma realidade.

Mas mais triste foi a ausência de responsáveis da ULCV, sendo que o Administrador encontrava-se fora do país. Só se fez representar, do início ao fim do certame, o Dany que esteve a trabalhar com a organização.

Os prémios foram patrocinados pelo Instituto Nacional da Biblioteca e do Livro e do Centro Cultural Portugês - Instituto Camões no Mindelo.

A vencedora foi a discente do 2.º ano em Ciências da Comunicação, Arilízia Rodrigues, enquanto Derciliano Rodrigues, do 2.º ano em Serviço Social e Lendira Cabral, também do 2.º ano em Ciências da Comunicação arrecadaram os 2.º e 3.º lugares, respectivamente. Os restantes concorrentes receberam prémios de participação. De realçar que todos os prémios foram em livros.

Esperamos, no entanto, que os discentes da ULCV continuem a realizar o referido concurso para os anos vindouros.


neulopes
comunicare, 2010

quinta-feira, maio 13, 2010

1.º Concurso de Leitura da ULCV acontece este Sábado


design do cartaz: neulopes
C.Comunicação - 2.º ano



Trata-se de mais uma iniciativa dos discentes de Ciências da Comunicação da ULCV. Desta vez, os alunos do 2.º ano convidaram os colegas do 1º e do 3º ano para participarem do projecto e estenderam o concurso às Licenciaturas em Direito e em Serviço Social. Como seria de esperar, Ciências da Comunicação está mais representada, contra dois de Serviço Social. Os alunos de Direito não se fizeram representar.

O concurso terá lugar no próximo dia 15 de Maio, Sábado pelas 16h00, contando com um júri especializado e formado a propósito.

Quanto aos prémios, que serão todos em livros, a organização contou com o patrocínio do Centro Cultural Português do Mindelo - Instituto Camões e o Instituto Nacional da Biblioteca e do Livro que responderam prontamente à iniciativa, louvando-a e incentivando-a a ser repetida mais vezes, envolvendo outras universidades. E, por falar em incentivo, haverá um prémio de participação para todos os concorrentes.

A assistência do concurso é aberta a toda a comunidade da ULCV, bem como a todos que quiserem assistir ao evento.


neulopes
C.Comunicação - 2.º ano

quinta-feira, maio 06, 2010

Pedro Bicudo fala de Violência e Jornalismo na Universidade Lusófona de Cabo Verde


“Será que a violência no ecrã leva à réplica do acto ou, por outro lado, torna as pessoas insensíveis aos actos de violência no dia-a-dia?” foi com esta questão que o jornalista português, Pedro Bicudo, iniciou ontem (5) a palestra Os Media e a Violência, na Universidade Lusófona de Cabo Verde, em Mindelo.

Foi por iniciativa da Associação dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC) que Pedro Bicudo, antigo correspondente da Rádio Televisão Portuguesa – RTP- em Washington (EUA) e actual director da RTP/Açores esteve no nosso país para uma série de palestras. Estas acções inserem-se na comemoração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de Maio.

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Para o conferencista, “a notícia é um evento que é caracterizada por ser algo inusitado, diferente ou surpreendente. A violência partilha muitas dessas características. Isto torna-as irmãs. Por isso que muitos telejornais abrem com notícias de violência.”

Pedro Bicudo apela à comunicação social que dê voz às vítimas de violência. “Aqueles que tem menos poder são aqueles que mais sofrem com a violência: as crianças, idosos e mulheres. Outra violência que raramente chega às televisões é aquela contra as minorias. Existe, em Cabo Verde, uma violência latente em relação às lojas chinesas ou aos vendedores ambulantes da costa africana”.

“Actualmente, com o avanço do fotojornalismo, há uma alteração das primeiras páginas dos jornais, que procuram chocar através das imagens. Até que ponto escolhemos um site de notícias tendo em conta as imagens mais fortes, ou seja, imagens de violência?”

Segundo Pedro Bicudo, para que o jornalista se torne um melhor codificador da informação acerca do fenómeno da violência precisa especializar-se. “Não havendo especialistas no jornalismo, podemos transmitir notícias com pouco conteúdo. Mais, para abordar certas questões delicadas sobre a violência é necessário um livro de estilo em cada redacção, com as normas e protocolos a seguir nestes casos. Por fim, é preciso um trabalho conjunto ou jornalismo comunitário. É estar a par e trabalhar com as associações que lidam com a violência, presentes na comunidade”.

Fonte: www.nhaterra.com.cv

terça-feira, maio 04, 2010

Pedro Bicudo fala de Violência e Jornalismo na Praia e Mindelo


A Associação dos Jornalistas de Cabo Verde, AJOC, realizou, ontem à noite na Casa de Imprensa, uma conferência subordinada ao tema "Violência e Jornalismo". O evento que decorreu no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado 03 de Maio teve como conferencista, o jornalista português da RTP, Pedro Bicudo.

O conferencista disse tema da violência exige muito rigor na sua abordagem jornalística. "Primeiro de tudo tentar perceber o que é violência, como um fenómeno recente das nossas sociedades, ao mesmo tempo a extrema ligação que existe entre todo o processo de criação noticiosa e a própria natureza da violência há quase uma convergência" disse Pedro Bicudo.

O jornalista adiantou, também, que "o crescer" da violência dentro da informação exige que o jornalista se especialize, como acontece noutras áreas como a economia, politica e desporto. "A violência é uma área que precisa ser tratada com muito rigor, muito critério e sobretudo com muita ética" afirmou Bicudo para acrescentar que dentro do poder judicial há uma grande necessidade de especialização.

Para esta terça-feira, 04, a AJOC promove duas conferências sobre "informação em televisão regional", na Uni Piaget a ser proferida por Pedro Bicudo e "importância do sindicalismo no exercício da profissão do jornalista - experiência brasileira" pelo sindicalista brasileiro Alcimir Carmo, director regional em Bauru do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo.

As mesmas conferências realizadas na cidade da Praia vão acontecer em Mindelo, na quarta-feira, 05, na Universidade Lusófona.

Fonte: Jornal Expresso das Ilhas

terça-feira, abril 27, 2010

Alunos do 2º ano de Ciências da Comunicação desenvolvem projecto “O Retrato Social da ULCV”


A professora Lenilda Duarte, licenciada em Ciências da Comunicação e docente da disciplina Técnicas de Pesquisa e Análise de Informações na Universidade Lusófona desenvolveu um trabalho de análise estatístico apelidado “O Retrato Social da ULCV” em parceria com os alunos do 2º ano de Ciências da Comunicação da ULCV e ela concedeu uma entrevista ao blogue para falar desta actividade.

Porquê elaboração deste trabalho estatístico?

Bom este projecto está relacionado com a disciplina Técnicas de Pesquisa e Análise de Informações sendo um trabalho estatístico, não existe a melhor forma senão tratar de dados que são concretos porque até podíamos inventar dados fictícios mas o que eu acho que era importante trabalhar com dados reais da ULCV e achamos que este projecto trará mais-valia para a Universidade Lusófona.

Quais são os objectivos traçados para realização do projecto?

Em primeiro lugar queremos conhecer os alunos desta instituição como também aspectos como a idade, sexo, a relação entre a profissão exercida e vida social de todos os alunos que estão matriculados na Universidade. Em relação as questões administrativas queremos fazer um trabalho de compilação dos dados existentes conhecer o número de docentes e funcionários porque o nosso objectivo será construir algo mais concreto.

Qual o enquadramento justificativo deste projecto?

Ele está enquadrado dentro do programa da disciplina Técnicas de Pesquisa e Análise de Informações e é obvio que é possível desenvolver todos os pontos do programa dentro do projecto e como algumas necessidades que ULCV tem, como é o caso, de uma base de dados de todos os alunos, um retrato da Lusófona enquanto instituição, uma Universidade constituído por alunos.

Quando será executado o projecto?

Já está em execução pois começamos com a parte do planeamento, primeiramente com os alunos do 2º ano Ciências da Comunicação para vermos a disponibilidade de todos ou seja para que todos participem neste projecto, também conversei com a administração da ULCV que nos irá apoiar neste projecto.

Existe uma descrição das actividades planeadas?

Sim. Vamos compilar os dados do inquérito feito aos alunos de algumas escolas secundárias que visitaram a universidade na semana anterior. A partir desta semana iniciaremos o inquérito interno, isto é, aos alunos da ULCV, inserido dentro da segunda fase do projecto.
Na terceira fase contaremos com a participação dos docentes, pois iremos fazer um retrato de pessoas que estão ligadas a universidade e depois um inquérito aos serviços administrativos da Universidade Lusófona.
Depois desta fase do inquérito iremos compilar todos os dados adquiridos que serão feitos durante as aulas práticas desta disciplina pelos discentes com utilização de programas como o EXCELL, ACESS E SPSS e a análise e interpretação dos dados será uma actividade desenvolvida após o término do ano lectivo, mas é algo que leva pouco tempo.

Quais são os beneficiários deste projecto estatístico?

No meu ponto de vista os beneficiários directos serão os próprios alunos pelo trabalho que irá ser desenvolvido, em segundo lugar a ULCV porque a partir do projecto passarão a contar como uma base dados com informações dos alunos e própria sociedade irá beneficiar indirectamente deste projecto porque passarão a ter uma nova perspectiva sobre a Universidade Lusófona e poderá utilizar este trabalho para concessão de outros estudos.

Que resultados esperam alcançar no final do trabalho estatístico?

A minha perspectiva primeiramente e que este alunos inseridos neste projecto possam compreender os programas acima referidos (EXCELL, ACESS E SPSS), um segundo ponto será melhorar a imagem da Universidade conhecendo os problemas existentes.

Par finalizar a nossa entrevista queria perguntar se existem apoios de instituições exteriores?

Não, porque a medidas que elaboramos o projecto vimos que não precisaríamos de apoios para sua dimensão existente, até agora, de modo que não temos parcerias exteriores. Caso venha a ganhar uma dimensão maior, ai si,m precisaremos de apoios como o caso do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Ministério do Ensino Superior.


Stevenn Silva (aluno 2º ano Ciências da Comunicação)

sexta-feira, março 26, 2010

Programa Mobilidade Lusófona 2010/20011




Para visualizar melhor o cartaz, clique sobre a imagem

Aprender a Experimentar na ULCV




A Administração da Universidade Lusófona de Cabo Verde – Baltasar Lopes da Silva, tem a honra de convidar a Comunidade Académica a participar na I Semana Aberta da ULCV.

A Universidade Lusófona de Cabo Verde – Baltasar Lopes da Silva integra o maior Grupo privado de ensino universitário e tecnológico a operar na comunidade de países lusófonos, assumindo claramente um projecto de irradiação de saber e de partilha do conhecimento em prol da lusofonia. Fruto desse esforço, hoje, mais de 45.000 alunos frequentam actualmente as cerca de 30 instituições de ensino que extravasam as fronteiras de Portugal e vem inspirando iniciativas de ensino multidisciplinares e multiculturais no Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.

A Universidade Lusófona de Cabo Verde – Baltazar Lopes da Silva, vai realizar, de 19 a 23 de Abril, a I Semana Aberta da ULCV. A iniciativa consiste numa mostra da oferta formativa, com informações sobre o acesso ao Ensino Superior 2010/2011, assim como das actividades de Investigação e Apoio à Comunidade. Durante os cinco dias, os visitantes terão acesso a vários colóquios, dedicados a temas de natureza científica, cultural e cívica. Mas as actividades da I Semana Aberta da ULCV não vão ficar por aqui! Os visitantes terão ainda à sua disposição variadíssimo material informativo e promocional do Grupo Lusófona.

Embora dedicada a toda a comunidade, a Semana Aberta da ULCV destina-se sobretudo aos estudantes do 10º, 11º, 12º ano de escolaridade e dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET).

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Novas Tecnologias de Informação e Comunicação - sua importância para África

Uma palestra intitulada Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (sua importância para África) foi proferida pelo Prof. Doutor Manuel José Damásio no Auditório da Universidade Lusófona de Cabo Verde.

Temas como: as TIC's, o que elas são, a tecnologia e comunicação hoje, seus usos e aplicações (e suas mudanças) atraíram um vasto público, incluindo alunos de outras Universidades, ao Auditório.

As Tecnologias de Informação e Comunicação em África: aplicações e consequências, também foi exposto durante a palestra.


daivarela

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Inauguração da Biblioteca da Universidade Lusófona de Cabo Verde

Citando o Padre António Vieira, o Administrador Montenegro Fiúza disse " Para ensinar sempre é necessário amar e saber, porque quem não ama não quer, e quem não sabe não pode"


Em Cima: Dra Ana Cordeiro, responsável do Centro Cultural Português do Mindelo/Instituto Camões que ofereceu já uma série de livros e prometeu doar muitos mais à ULCV e Eng. Montenegro Fiúza, Administrador da ULCV.

Adicionar imagemDurante o acto de inauguração foram oferecidas flores às flores da Universidade Lusófona de Cabo Verde



daivarela

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Palestra "Escola Inclusiva" na ULCV

Em cima: Dra. Ana Maria Benárd da Costa, especialista na temática de escola inclusiva.

Em cima: Professor Doutor Tito Carvalho, Magnífico Reitor da Universidade Lusófona de Cabo Verde
Em cima: Engenheiro Montenegro Fiúza, Administrador da Universidade Lusófona de Cabo Verde


Conceito de Escola Incusiva debatido na Universidade Lusófona




O conceito de Escola Inclusiva esteve em discussão ontem (28), no Auditório da Universidade Lusófona de Cabo Verde.
O tema foie apresentado pela especialista portuguesa, Drª Ana Maria Benárd da Costa (foto), que veio de Portugal à convite da Delegação do Ministério da Educação e Ensino Superior (MEES), de São Vicente.
"A inclusão é uma luta contra a maré, porque tem que começar com a família para a sociedade. Na educação inclusiva a escola tem a obrigação de olhar para todos", afirma Benárd da Costa, para quem "uma criança com dificuldades precisa de um bom professor". Ler tudo...

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SECÇÃO: Educação

29 Jan, 06:31h

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É preciso reestruturar a cultura, a prática e as políticas nas escolas

“EDUCAÇÃO INCLUSIVA” FOI DEBATE NA UNIVERSIDADE LUSÓFONA

Mindelo, 29 Janeiro - O pólo da Educação de São Vicente promoveu, na Universidade Lusófona de Cabo Verde, uma conferência sobre o tema “Educação Inclusiva”, cuja conferencista, Ana Bernard Costa, deu a conhecer que a educação inclusiva é um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular.
Para Bernard Costa, com a Educação Inclusiva, pretende-se uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas, durante vários anos, nas escolas de modo que elas respondam à diversidade de alunos. Trata-se de uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objectivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos. Ler tudo...