Os bons terão sempre lugar no jornalismo

Antigo director da Televisão de Cabo Verde, Daniel Medina é Professor Doutor da Universidade Lusófona de Cabo Verde (ULCV), no curso de Ciências da Comunicação. Jornalista, cronista de rádio e jornal, comentador da televisão, Medina é um comunicador nato. Nha Terra Online foi conhecer o autor de Pela Geografia do Prazer que se prepara para lançar novo livro no mercado e saber a sua opinião sobre o jornalismo caboverdiano, a sua vida de docente, entre outras questões.

Banalização da Profissão de Jornalismo em Cabo Verde

Em vários artigos nossos publicados em Cabo Verde temos vindo a alertar o Governo e aos cidadãos, pela degradação galopante do nosso “jornalismo”. Colocamos aqui a palavra jornalismo entre aspas, porque em nosso entender não existe o jornalismo cabo-verdiano.

Diversidade de Cursos na Comunicação

Uma das causas apontadas para menos vestibulandos interessados em Jornalismo é o número de opções relacionadas à comunicação. Muitos com vocação para cinema e fotografia, por exemplo, acabavam no curso por falta de opção. Existem alguns cursos de graduação e de tecnologia que podem estar por trás do fenômeno.

Como fazer um Resumo

O resumo é uma forma de reunir e apresentar por escrito, de maneira concisa, coerente e frequentemente selectiva, as informações básicas de um texto pré-existente. É a condensação de um texto, pondo-se em destaque os elementos de maior interesse e importância.

Bibliotecas Virtuais

grande referência na área de bibliotecas virtuais, com os sites mais importantes para informação e comunicação sobre ciência e tecnologia

Mostrar mensagens com a etiqueta Nosso trabalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nosso trabalho. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, julho 07, 2009

A revolução da linguagem (Resenha)

RESENHADORES: Odair Varela - Samira Gomes

O AUTOR: David Crystal
DAVID CRYSTAL nasceu em 1941 na Irlanda do Norte. Estudou no University College, Londres, onde obteve seu doutorado em 1966. Foi professor titular de lingüística na Universidade de Reading entre 1975 e 1985, e atualmente é professor honorário de lingüística na Universidade de Wales, em Bangor. É autor de diversos livros, entre eles o Dicionário de lingüística e fonética... (www.zahar.com.br)

O LIVRO: A revolução da linguagem
A obra aparece, segundo o autor, como “uma tentativa de enxergar mais além” (CRYSTAL, 2005, p. 11), tentando trazer uma prespectiva actual sobre as tendências linguísticas já discutidas nos seus outros três livros publicados entre 1997 e 2001: English as a Global Language, Language Death e Language and the Internet.
O livro tem a edição da Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro com publicação de 2005.



O ESTUDO: Recensão do livro A revolução da linguagem, David Crystal
David Crystal, no seu livro A revolução da linguagem, propõe-se a fazer um estudo sobre um tema do qual não se conhecem muitos relatos: as revoluções de que a linguagem está sujeita. Com o livro a apresentar-se dividido em capítulos, Crystal desenvolve didacticamente os factores que segundo ele influem e caracterizam essa revolução.


1. O futuro dos “ingleses”
O autor descreve uma estranha dicotomia: quanto mais falantes de inglês há, menos se fala o inglês nativo, pois quanto mais uma língua se espalha, mais ela muda. Em cada região aonde o inglês é adoptado, ele sofre adaptações linguísticas que reflectem necessidades comunicacionais. Há adaptações lexicais, com vocábulos a ganharem novos significados e/ou palavras nativas a serem incorporadas no vocabulário. Essa inclusão de expressões emprestadas é que torna o inglês uma “língua-aspirador” (CRYSTAL, 2005, p. 38), que suga termos com muita facilidade. Isso, aliado ao facto dos novos falantes se comunicarem em simultâneo em duas ou mais línguas, provocando o fenómeno de “mudança de código” (Crystal, 2005, p. 40), é que vem estimulando o aparecimento do que Crystal (2005) chama de “novos ingleses”.
Para o autor, ser-se bilingue ou multilingue é uma condição inata do ser humano, pelo que ele preconiza como possível o surgimento de um mundo triinglês, com três níveis: o básico (ou dialecto familiar), o inglês-padrão nacional (aprendido na escola) e o inglês-padrão internacional (que não pertenceria a nenhuma região em particular). Isso provocaria o aparecimento de falantes tridialetais do inglês.
Para terminar o primeiro capítulo, Crystal questiona o futuro da identidade das outras línguas quando uma língua se torna dominante em um país e que efeitos poderia ter a nível mundial se o inglês se tornasse língua única, o que seria, segundo Crystal (2005) “um desastre intelectual de uma escala sem precedentes”.

2. O futuro das línguas
As línguas tendem a coexistir em permanente contacto. Essa concomitância trás vitalidade e, trás também, o empréstimo de palavras. Esse empréstimo é algo bom, segundo Crystal (2005, p. 58), “… valorizo cada empréstimo que tenho em meu reportório linguístico…” e os que se opõem a tal prática não conseguirão vincar a sua opinião pois, “…que a língua humana não pode ser controlada” (CRYSTAL, 2005, p. 56). Para o autor existem dois tipos de empréstimos de palavras: para aquelas que nunca foram expressas antes numa língua e para aquelas que já tinham sido expressas de forma aceitável na língua nativa. Essa oposição incide particularmente sobre esse segundo tipo de empréstimo, pois receia-se que essa nova palavra venha a substituir a anterior, receio esse infundado na opinião de Crystal (2005, p. 56), pois “…a nova palavra não tem de substituir a antiga, mas pode suplementá-la”.

O autor traz-nos um dado preocupante em relação às ameaças que recaem sobre as línguas: “…em média, uma língua morre a cada duas semanas” (CRYSTAL, 2005, p. 58) e identifica o inglês como agente decisivo no desaparecimento de línguas em várias partes do mundo. E quando é que uma língua morre? Segundo Crystal (2005, p. 60) “…morre quando a penúltima pessoa que a fala desaparece, pois então a última não tem mais ninguém com quem conversar”. A assimilação cultural é outro factor de ameaça às línguas. Quando uma cultura assimila outra, existem três grandes estágios: primeiro, há uma grande pressão sobre a população para que use a língua dominante; segundo, há um período de bilinguismo emergente, em que as pessoas expressam-se com fluência na língua dominante mas ainda fazem uso da antiga; por fim, os jovens adquirem maior domínio da língua nova e não encontram necessidade de usar a antiga.

Para combater essas ameaças o autor lança como grande desafio do século XXI a documentação das línguas (gravar, analisar e escrever), pois é imprescindível tanto a nível educacional como para a preservação da diversidade intelectual e cultural.

3. O papel da Internet
Segundo Crystal (2005, p. 75), “A aquisição da Internet pelo público foi o terceiro elemento que contribuiu para o carácter linguístico revolucionário da década de 1990”. Ela trouxe novas formas de interacção humana, condicionadas pela capacidade linguística produtiva (através do teclado) e pela capacidade linguística de recepção (através da tela). Apesar de agora ser possível uma interacção simultânea em várias conversas, essa tecnologia peca pela falta de retorno simultâneo de uma conversa face a face. O autor introduz um novo conceito, o netspeak, que “…é mais compreendida como uma linguagem escrita que foi empurrada em direcção à fala do que uma linguagem falada que foi escrita.” (CRYSTAL, 2005, p. 89). O netspeak é uma nova forma de se comunicar que mudou a personalidade formal das línguas e trouxe novas oportunidades às linguas que a usam. O caractér revolucionário da Internet deve-se também ao facto de oferecer um espaço para todas as línguas, sem excepção. Este espaço faz com que uma língua tenha uma presença real mesmo que ela seja minoritária, sendo somente condicionada pela dificuldade de se representar as letras de uma língua com exactidão no teclado. Para o autor, essa proliferação de línguas na Internet é de se louvar pois “a minha impressão é que o futuro do multilinguismo na web parece promissor.” (CRYSTAL, 2005, p. 101).

4. Depois da revolução
Após apontar os factores que estão na origem dessa revolução na linguagem (o surgimento do inglês como língua mundial, as ameaças às línguas e a Internet), o autor incentiva as pessoas a se apropriarem dos benefícios que dela advém, pois “…como sempre ocorre nas revoluções, compete aos indivíduos tirar proveito delas.” (CRYSTAL, 2005, p. 104). Actualmente, na nossa aldeia global, é-se requerido às pessoas que se tornem multilingues, não significando com isso que se domine por completo as línguas, mas que haja “…uma mistura dinâmica de diferentes níveis de competência, que estão sempre se modificando conforme mudamos de circunstâncias…” (CRYSTAL, 2005, p. 106). Nessa condição de multilinguismo não será necessário traduzir-se tudo de uma língua para outra, porque conforme Crystal (2005, p. 108), “O multilinguismo não se desenvolveu para nos capacitar a traduzir tudo para outras línguas, mas a fim de satisfazer as necessidades comunicativas pragmáticas de pessoas e comunidades individuais”. Deve-se, portanto, avançar com a tradução somente quando necessária e exequível.
Através de uma política linguística inclusiva, valorizando as línguas de igual forma e de um contacto desde cedo com as línguas é que se pode lidar com esses novos conceitos que emergiram com a revolução linguística. Para Crystal (2005, p. 113) “…o único conceito que se relaciona bem com o mundo multilíngue é o do portfólio de línguas […] É isso que precisa ser operacionalizado no currículo das escolas e nos demais lugares”.
É preciso que as pessoas tenham consciência da existência e da dimensão do problema das ameaças às línguas. Mas como conseguir isso? A resposta, segundo o autor, está nas artes, pois “…se queremos encontrar um meio de passar a mensagem sobre línguas ameaçadas para todos de forma mais directa e simpática, deveríamos usar as artes ao máximo.” (CRYSTAL, 2005, p. 121). Através das artes é possível ao problema alcançar maior visibilidade, tanto nos meios de comunicação como na escola e principalmente nas casas.


A ANÁLISE: Apreciação Crítica
O livro A revolução da linguagem, de David Crystal é uma obra bem conseguida que transmite informações científicas de forma agradável e criativa. Com uma linguagem acessível, o autor consegue expor as suas teorias de maneira compreensível ao longo de todo o texto.
Apesar do livro ter como título A revolução da linguagem, o autor foca-se em particular na língua inglesa, estudando os factores que lhe deram primazia e, também, as suas condicionantes. Crystal identifica diversos domínios que tornaram o inglês preeminente, desde a política (com o inglês a ser usado de forma oficial ou como língua de trabalho na maioria das organizações internacionais), passando pelo cinema e música popular, bem como a educação e comunicações sem esquecer a própria Internet.
De leitura fácil, o livro procura despertar na consciência dos leitores a necessidade de se preocupar em proteger as línguas e, como essa é uma tarefa de todos, o autor visa atingir um público vasto, não selectivo, onde trás um forte apelo: “Consciencializar as pessoas do sentido de ‘alerta vermelho’ da questão em escala global é, provavelmente, a iniciativa linguística mais crítica a ser tomada no novo milénio.” (CRYSTAL, 2005, p. 73).
O autor remete as referências das citações para o fim do livro, o que pode tornar a verificação bibliográfica algo difícil, mas todos os capítulos estão bem estruturados e concluídos sempre de forma sintetizada.
Durante a leitura não é fácil evitar-se transpor essas experiências para a realidade da língua Cabo-verdiana e levantar-se certas questões: estará ela ameaçada de extinção? Se sim, em que estágio nos encontramos? Que políticas de revitalização adoptar? E, como divulgar a nossa língua através da Internet se os teclados não estão configurados para reconhecer todos os nossos caracteres?
Em suma, A revolução da linguagem, de David Crystal é uma obra de referência com conceitos novos e interessantes e é finalizado com recomendações pertinentes. Recomenda-se.




Bibliografia
CRYSTAL, David, A revolução da linguagem, trad. de Ricardo Quintana, Jorge Zahar Editor, Ltda., Rio de Janeiro, 2005

JORGE ZAHAR EDITOR, Catálogos de Autores, David Crystal, Disponível em: <http://www.zahar.com.br/catalogo_autores_detalhe.asp?aut=David+Crystal>. Acesso em: 22 de Junho de 2009

quarta-feira, maio 27, 2009

Santo Antão - a paradise


Santo Antão - Cape Verde


After its dicovery on January 1462, it was colonized by Portugal. Santo Antão is the first Cape Verde's discovered island. It is located in the extreme part of the archipelago and its surface is about 779 Km2.

Santo Antão's population density is near 5.0000 inhabitants and it has an annual mean temperature of 25º C.

That island has two villas (Ribeira Grande and Paúl). Porto Novo arwarded the title of city in 2003.

Santo Antão is a real paradise for those who like adventures at heart, enjoying natural tourism accompanied by wonderful cool feeling.

Santo Antão is known for its famous grog, its delicious swetness, beautiful women and its high mountains. The Santatonenses are hospitable, calm and beautiful.


Stevenn Silva

Síntese dos Caps. I a VIII de "Chiquinho"


Universiade Lusófona de Cabo Verde Baltasar Lopes
Licenciatura em Ciências da Comunicação - 1.º ano
Disciplina: Metodologia de Analíse do Texto e Discurso

Docente: Dr. Carlos A. Delgado

Discentes: Anderson Andrade
Janine Medina
Stevenn Silva


Índice

1. Nota Introdutória
2. Síntese da primeira parte do romance Chiquinho-Capítulos 1-8
3. Conclusão
4. Referências bibliográficas



1. Nota Introdutória

No âmbito da disciplina Metodologia de Analise do Discurso e do Texto, o docente entregou a grupo a tarefa de fazer uma síntese dos oitos primeiros capítulos da primeira parte do romance cabo-verdiano Chiquinho intitulada Infância. Este trabalho tem a finalidade de observar se os nossos conhecimentos acerca deste tema foram sintetizados.


2- Síntese da primeira parte do romance Chiquinho - Capítulos 1- 8

Capítulo 1

Este capítulo centra-se a volta da infância vivida por Chiquinho na sua terra natal; São Nicolau. Ele refere em que condição foi construída a casa em Caleijão, com também acontecimentos ocorridos no seio familiar (partida do seu pai para América, responsabilidade da mãe na criação dos filhos, a doença da avó e as aventuras dos meninos na casa desaguada.

Capítulo 2

Ele refere principalmente a seca ocorrida em 1915, realçando-se como motivo do embarque do pai para América no intuito de procurar uma vida melhor para o sustento da família, além disso a morte da irmã. Também ele recorda com tristeza a partida do mesmo e a influência deste no seio da comunidade de Caleijão, apesar de não possuir qualquer formação académica.

Capítulo 3

Este capítulo baseia-se nas histórias contadas nos serões pela contadeiras, com abordagem da figura ilustre desta noites; Nha Rosa Calita uma velha com aspecto de Camões por lhe faltar um olho. Contudo estas histórias continham lições da vida moral, servidas de ensinamento para os meninos.

Capítulo 4

Com base na leitura o quarto capítulo centra a sua atenção em Pitra Marguida afilhado do pai de Chiquinho, era um homem trabalhador, criador dos animais, sobretudo a sua maneira de ser. Na ausência do padrinho era considerado o homem da casa. Por outro lado a uma razão pela qual este abandonou a casa do padrinho, quando Zepinha (animal) engravidou, por esta razão houve uma zanga de Pitra e Mamãe.

Capítulo 5

Este capítulo traduz-se em três ideias chaves; a amizade de Chiquinho com Nhô Chic´Ana, amigo da família, no qual a sua avó e Nhô Chic´Ana faziam recordações dos tempos antigos, assim como o arrependimento de Nhô Chic´Ana à troca a vida de marinheiro para ser agricultor.

Capítulo 6

O auto neste capítulo fala de Toi Mulato, um rapaz humilde e que cativava o gosto pela paz e harmonia entre os amigos. Este amigo de Chiquinho era diferente dos outros meninos, pois estava atento as histórias de Nhõ João Joana, e o sonho deste em ter uma tatuagem no peito igual ao de Nhõ João Joana.


Capítulo 7

Faz-se referência do surto de duas doenças, Ventona e Cólera, que assolaram a ilha provocando muitos mortos e fuga da população para outras regiões. Outro assunto é a escravatura relatada neste capítulo, um período onde muitos negros aportaram nesta ilha, e com a lei de alforria muitos foram aqueles que prosperam com a sua liberdade, por outro lado aqueles que morreram miseráveis.

Capítulo 8

O autor fala dos seu tio Joca quando vinha à Caleijão, visitar os parentes nunca deixando de lado as suas travessuras, o que deixava a mãe deste furiosa. Desta vez ele trouxe consigo um rapaz para receber a bênção da avó, mas esta ralava-se por seu filho ter muitos filhos. O assunto importante neste capítulo foi a bebedeira do tio que não parava, e família não querendo ver Joca nesta situação, deitaram-lhe algo na bebida de modo que ele deixa-se esta vida, mas ao aperceber desta situação pegou no filho e saiu em direcção à Praia Branca apesar de deixar de lado a bebida.


3. Conclusão

Concluímos que ao longo desses oito capítulos o autor realça informações da sua vida quotidiana vivida em Caleijão; sobretudo a infância passada numa casa construída pelo avô, além das brincadeiras com os amigos. É de realçar a partida do pai para E.U.A, e os anos de fome e doenças que assolaram a ilha.
E para realização deste trabalho foi necessário aprofundar o conceito de síntese de modo a elaborar um trabalho com clareza e concessão. A síntese por ser uma reprodução de um resumo do texto, tentou-se expressar os assuntos importantes dos capítulos acima referidos.


4. Referências bibliográficas

LAMAS, Estela Pinto Ribeiro, PINTO, Jorge Alexandre, SILVA, Maria da Lourdes Borges (Setembro 2007), Técnicas de Expressão oral e escrita- A Síntese, Instituto Superior de Línguas Portuguesas, Setembro de 2007 

LOPES, Baltasar, Chiquinho, Edições Calabedotche, São Vicente, Dezembro de 1997

Amilcar Cabral - um herói



AMÍLCAR CABRAL
1924-1973


Nasceu em Bafatá, Guiné à 12 de Setembro1924 e partiu para Cabo Verde em 1932 com os pais. Completou no Mindelo o curso liceal em 1943 e um ano mais tarde tornou-se trabalhador da Imprensa Nacional na cidade da Praia em 1945. Amílcar Cabral recebeu uma bolsa de estudo, decidindo ingressar no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. Em 1950 terminou o curso e começou a trabalhar na Estação Agronómica de Santarém regressando em 1952 a Bissau, contratado para os Serviços Agrícolas e Florestais da Guiné. Amílcar Cabral recebeu no ano de 1955 uma intimação do governador português para abandonar á Guiné, e resolveu ir para Angola em busca de trabalho onde tornou militante do MPLA. Um ano mais tarde fundou em Bissau junto com outros colegas o PAIGC. Em 1960 o partido abriu uma delegação em Conacry e a China apoiou a formação de quadros do PAIGC e 1961o Marrocos abriu as portas aos membros do Partido. A luta armada iniciou a 23 de Janeiro de 1963 com um ataque ao quartel do General Tite, no sul da Guiné.

O papa Paulo VI concedeu uma audiência com Amílcar Cabral, Agostinho Neto e Marcelino dos Santos em 1970 e a 22 de Novembro do mesmo ano o governador da Guiné-Bissau decidiu iniciar uma operação para capturar ou eliminar os dirigentes do PAIGC sedeados em Conacry chefiada por Alpoim Calvão com o nome "Comando Mar Verde" que foi um fracasso. Mas a 20 de Janeiro 1973 o nosso líder caiu por terra, isto é Amílcar Cabral é assassinado em Conacry a saída da sua residência por...

Morreu o homem, mas ficou a sua imagem de herói nacional.


Stevenn Silva
Discente frequentando o 1.º ano da Licenciatura
em Ciências da Comunicação na ULCV

sábado, janeiro 24, 2009

Nota de boas vindas




Damos as boas-vindas a todos que acessam a este blog pela primeira vez.

O nosso objectivo é dar a conhecer o trabalho desenvolvido pelos alunos da Licenciatura em Ciências da Comunicação na Universidade Lusófona de Cabo Verde.

Aqui serão expostos artigos de opinião, nossos anseios, assim como muitas curiosidades e nosso trabalho de pesquisa que vamos desenvolvendo ao longo do curso, nas diversas disciplinas, assim como informações sobre a nossa universidade.

Estaremos abertos a qualquer contribuição por parte de todos os discentes da ULCV e de outras universidades.

Esperamos assim contribuir para o conhecimento e ajudar aqueles que virão a ser futuros discentes na nossa área.

Poderão também falar connosco através do mural de recados, à direita.



Os discentes da Licenciatura
em Ciências da Comunicação
Universidade Lusófona de Cabo Verde